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Unidade Antonia comemora os 150 anos de fundação da missão Oblata

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Em comemoração aos 150 anos de fundação da primeira casa de acolhida das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, a equipe da Unidade Antonia promoveu um momento de oração e reflexão sobre esse grande passo dado pela Madre Antonia, fundadora do Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor na Espanha.
A primeira casa de acolhimento foi fundada em 1º de Junho de 1864, em Ciemponzuelos – província que fica localizada a 35 quilômetros da capital Madri, onde até hoje permanece como a principal referência das Irmãs Oblatas. Onde também, misticamente encontra-se a energia fundamental que alimenta a missão Oblata em todas as Unidades Oblatas distribuída em todo o mundo.
A celebração desta data pela Unidade Antonia e demais unidades do Brasil serve como exemplo e reforço para a continuidade da missão que vem sendo empenhada no decorrer de todos esses anos pelas Irmãs Oblatas, Leigos, parceiros e voluntários nos diversos países onde a missão Oblata está inserida.
E,  para todas as Irmãs Oblatas e a todos os leigos e leigas que caminham junto a missão de transformar as vidas, principalmente das mulheres inseridas no contexto da prostituição.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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