Sem categoria
Compartilhar
 
 Na apresentação, aspectos culturais que envolvem as mulheres
em situação de prostituição foram apontados.
Com o tema “Prostituição: Desvendando essa Realidade”, a Ir Lucia Alves, integrante do Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, Coordenadora da Unidade Antonia, é mestra em Ciências da Religião pela PUC/SP e Especialista também em Ciências da religião pela PUC/MINAS, realiza a palestra sobre a realidade da prostituição em Santo Amaro.

Na apresentação, aspectos culturais que envolvem as mulheres em situação de prostituição na região onde o Projeto Antonia está inserido, causam surpresas nos participantes que desconheciam a realidade da prostituição naquela localidade.

“A política, as questões sociais, o sistema machista e patriarcal são muito fortes na nossa região”, esclarece Lucia Alves.

O Seminário ainda terá a palestra do Henrique Manoel, Especialista em Projetos Sociais e Intervenção Interdisciplinar, Assistente Social e Professor Tutor do curso de Serviço Social da Universidade de Santo Amaro (UNISA/SP), com o temaUm olhar sobre a oralidade e trajetória de algumas mulheres em situação de prostituição”.

Fonte: Texto e Fotos: Mário Pires/AssCom Rede Oblata

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

Compartilhar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *