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25 de Novembro – Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher

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         Em 1981, na Colômbia, durante o Primeiro Encontro Feminista Latino-americano e caribenho foi instituído o Dia Latino-americano e caribenho de combate à violência contra a mulher em homenagem às irmãs Mirabal: Pátria, Minerva e Maria Tereza, ativistas políticas brutalmente assassinadas na República Dominicana em 25 de novembro de 1960.


Quando o ditador Rafael Trujillo chega ao poder na República Dominicana, as irmãs Mirabal formam um grupo de oposição ao regime e passam a ser conhecidas como “Las Mariposas” (“As borboletas”). Em 1960, são perseguidas pelo regime, apunhaladas e estranguladas. O crime acaba tendo muita repercussão e causa grande comoção no país, despertando a consciência do povo para o regime de opressão e culminando com a morte de Rafael Trujillo em 1961.

Quase 40 anos depois, em 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declara que o dia 25 de novembro é o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher em homenagem às “Las Mariposas”.

Retirado do Site:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/politicas_para_as_mulheres/noticias/?p=184985

25 DE NOVEMBRO NO PROJETO ANTONIA

O Projeto Antonia, em sintonia com a data, realizou uma tarde lúdica abordando o tema: violência contra a mulher – Juntas e unidas podemos mudar esta realidade.
Participaram da reflexão cinco mulheres atendidas pela Unidade Antonia partilhando o que pensam sobre a realidade de violência. Diziam que percebiam que “a violência está relacionada ao machismo” e que a Lei Maria da Penha não resolveu tudo, mas pelo menos deu visibilidade para a questão. 
Ao final da atividade, todas as presentes foram convidadas para escrever no painnel sobre o que pensavam sobre a palavra: Violência. 











Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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