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O Amor é Gesto

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Quando se ama nada captura mais nossa atenção, 
que pensar uma forma de
demonstrar a pessoa amada
o lugar que ela ocupa em nossa vida.
Quem ama não espera ser chamado, convida-se. 
Não espera a resposta, antecipa-a.
nem pensa, faz, demostra, concretiza. 

Jesus vai ao banquete onde 
todos têm fome de comida, 
de relação social, de lugar.
E chega uma mulher com uma fome diferente,
fome de amor, 
onde o desejo se transforma e ela se dá. 
Não é necessário todo aparato ali presente. 
Seu corpo tem tudo que ela precisa
para se fazer presente.
Beija velozmente. Chora ansiosamente,
toca longamente.
Enxuga distraidamente.
Seu corpo traduz sua decisão,
de estar diante de quem lhe revela como ninguém, 
o quanto o amor convém. 
E Ele nada diz, só tem olhos para 
contemplar e compreender 
um amor que não tem medo de arriscar. 
Que todos digam, não importa, ela sabe o quanto valeu aprender.
Aquele Homem Amar. 
                                                                            Ir. Marilda Santos de Souza

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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