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Oficina de Interculturalidade e Comunicação Organizacional – Rede Oblata Brasil.

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O Projeto Antonia, unidade da Rede Oblata Brasil, participou de dois dias de formação sobre interculturalidade e comunicação organizacional.  


Estiveram presentes: representantes das Unidades locais (irmãs, coordenadoras/es e as referências de comunicação), uma Irmã Oblata, referência da Equipe de Comunicação do Instituto Oblata – Brasil, e uma Irmã representando a Equipe de coordenação local das Irmãs Oblata. 

Durante os dias 24 e 25 de maio, a Comunicóloga Fernanda Soares e a Socióloga Mara Greide, apresentaram e conectaram conceitos e práticas voltadas para o contexto da missão Oblata, especificando os temas “Interculturalidade e Comunicação Organizacional”.

Neste mergulho à essência e possibilidades institucionais, ficou evidenciada a importância da comunicação como um processo organizacional, e não apenas operacional; além da necessidade de entendimento do seu papel para gerar valor, ressignificar, sensibilizar e evangelizar.

A conexão entre teoria e prática vem para facilitar fluxos, gerar novas ideias e engajar ainda mais a equipe no processo de comunicação da Rede Oblata.


Fonte: Rede Oblata



Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Antonia – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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